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Felipe Ehrenberg

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FELIPE EHRENBERG


Oriundo da Cidade do México (1943), Felipe Ehrenberg capacitou-se muito cedo como pintor, escultor e gravurista, sob a tutela de vários mestres dos quais os mais influentes foram Matthías Goeritz e José Chávez Morado.

Felipe Ehrenberg se descreve como um chimarrão da cultura. Seu curriculum compreensivo é tão extenso quanto eclético, razão pela qual sua obra é difícil de definir e classificar. Com o passar do tempo ele se tornou reconhecido como um dos pioneiros mais provocadores e importantes de obra propositiva no continente ibero-americano. Sua produção abrange desde o desenho, a pintura, a escultura e a arte gráfica, até a arte ambiental (instalações) e de ação (performance), a arte correio e a de meios. Paralelamente a estes êxitos, também destaca-se como um teórico, ensaísta e colunista especializado. É co-editor com Lourdes Hernández Fuentes de Biombo Negro Editores que publica uma revista com o mesmo nome, a qual é dedicada a ficção de suspense e violência.

Viajante incansável, Ehrenberg visita com freqüência o estrangeiro como artista hóspede e palestrante. Apresentou quase uma centena de exibições individuais e participou de inumeráveis mostras coletivas, quase todas de caráter experimental, realizadas nas principais capitais do mundo. Ao longo de sua carreira, ele ministrou esporadicamente e de maneira independente, cursos e seminários sobre experimentos na arte, promoção cultural, muralismo coletivo e trabalho editorial e, muito em especial, sobre a administração profissional do artista.

 Em 1996, o Conselho Nacional para a Cultura e as Artes publicou  Vidrios rotos y el ojo que los ve  (vidros quebrados e o olho que os vê), uma antologia seleta de artigos e ensaios publicados ao longo de 26 anos, produto da atividade jornalística do artista. Em janeiro de 2001, foi publicado seu livro/manual El arte de vivir del arte  (A arte de viver da arte) por Biombo Negro Editores. O livro entrou em sua segunda edição.

 Ao começo do ano de 2001, Ehrenberg foi convidado pela Chancelaria a ocupar o cargo de adido cultural para a Embaixada do México no Brasil, onde reside com sua esposa, a jornalista Lourdes Hernández Fuentes.
 Desde maio de 2007, Ehrenberg é diretor de relações internacionais na TAL (Televisión América Latina).
 Atualmente apresenta a expo Manchuria: visão periférica, retrospectiva de 50 anos de carreira, curada por Fernando Llanos.

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