Gravura Brasileira

La Jeune Gravure Brésilienne

La Jeune Gravure Brésilienne

De 21/9/2005 a 16/10/2005

Obras

“LA JEUNE GRAVURE BRÉSILIENNE”

Paris – galerie Michelle Broutta 21/9 a 16/10
Paris – Cité Internationale des Arts - 5/10 a 16/10



A exposição “La Jeune Gravure Brésilienne” aconteceu na Cité Internationale des Arts e na Galerie Michelle Broutta em Paris durante o ano do Brasil na França nos meses de maio e junho de 2005. Esta exposição a ser realizada em Paris foi o início de um intercâmbio entre artistas franceses e brasileiros a ser complementado por uma exposição da “Panorama da Gravura Francesa” que realizou-se na galeria Gravura Brasileira em agosto e setembro de 2005.


A curadoria da exposição “La Jeune Gravure Brésilienne” será feita pelo diretor da galeria Gravura Brasileira, arquiteto Eduardo Besen com a colaboração de Solange Cailliez. A “Gravura Brasileira” é a única galeria especializada em gravuras no Brasil com um acervo de mais de 3000 obras de aproximadamente 250 artistas. A exposição “Jovem Gravura Francesa” será curada pela artista Solange Cailliez.

O Brasil tem uma forte tradição gráfica. Todos os grandes artistas brasileiros experimentaram a gravura, entre eles, Lívio Abramo, Oswaldo Goeldi e Lasar Segall que produziram imagens de grande impacto e perfeito domínio técnico. Em um país tão extenso como o Brasil, a gravura se fez presente em ateliês coletivos, museus e escolas. Ela se fez moderna, política, abstrata e concreta e hoje é utilizada como meio de expressão pela riqueza de suas técnicas e procedimentos.
A proposta da curadoria é mostrar as diferentes tendências da gravura contemporânea brasileira por meio de uma seleção de artistas com idade máxima de 45 anos. Pode-se perceber nestes artistas as influências dos seus dedicados mestres, do cordel, da técnica, da paisagem, da vida urbana e do “ser brasileiro”. As questões do corpo e da figura permeiam o trabalho de Andréa Tavares, Giorgia Volpe em fotogravuras de dobras e fendas, Marcelo Moscheta, Márcio Pannunzio e suas expressionistas xilogravuras de topo e Rodrigo Cunha e Ulysses Bôscolo de Paula em estimulante produção de retratos e auto-retratos. Ao mesmo tempo em que Armando Sobral trabalha o imaginário da fauna amazônica em sedutores peixes e peludas taturanas, Paulo Carapunarlo e Liliana Lobo Ferreira trazem uma visão gestual e delicada desta natureza. Fernando Vilela, Flávia Yuê e Simone Rebelo revelam a arquitetura das grandes cidades por meio de sutis incisões na madeira e no metal enquanto José Roberto Shwafaty viaja entre referências ao movimento, aos quadrinhos e à ficção científica. Augusto Sampaio expõe modulações e variações da arquitetura e das possibilidades da gravura em madeira e Laerte Ramos a traduz em passagens “piranesianas” de forte contraste. Nos metais de Ernesto Bonato e Wladimir Fontes, a figura tem um caráter eterno, quase religioso e nas litografias de Larissa Franco pode-se sentir o misticismo e o fervor da fé. Na obra de Jacques Jesion e de Mariana Lima, a modulação e a repetição das matrizes em diversas impressões e diferentes registros cria um ritmo musical.
Acredito que esta exposição vai refletir toda a riqueza e diversidade do nosso país mostrando aos franceses um panorama dos artistas que utilizam a gravura como forma de pensar os seus trabalhos.

. ARTISTAS PARTICIPANTES:

Andréa Tavares
Augusto Sampaio
Ernesto Bonato
Fabrício Lopes
Fernando Vilela
Flávia Yue
Francisco Maringelli
Giorgia Volpe
Laerte Ramos
Márcio Pannunzio
Marco Buti
Maristela Salvatori
Renata Basile da Silva
Rodrigo Cunha
Ulysses Boscolo de Paula




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